As plataformas auto eleváveis se tornou o tipo mais comum
de plataforma, na exploração, perfuração e no desenvolvimento de campos de
petróleo devido a sua praticidade de locomoção e fixação, assim garantindo um
ambiente estável em comparação com outros tipos de sonda de perfuração offshore.
Estas plataformas são caracterizadas por grandes pilares de aço, que ao
chegarem ao local determinado são acionadas hidraulicamente ou
mecanicamente até atingirem o fundo oceânico.
Logo após, inicia-se a elevação da plataforma acima do nível da água, a uma altura segura e fora da ação das ondas.
As plataformas auto eleváveis podem chegar a
uma profundidade de 130 metros, quando houver necessidade de perfurar
locais com profundidade maior que a capacidade desta plataforma
é necessário usar um outro tipo de sonda, o navio sonda e a
plataforma semi submersível são as mais indicadas para as
operações de exploração e desenvolvimento nesses casos.
Na ausência das pernas as plataformas auto eleváveis tem a capacidade de
flutuar, tornado o seu transporte mais fácil. Se o projeto envolver três ou quatro pernas, existem dois tipos principais de
pernas que podem ser utilizados. O primeiro são as pernas tipo “open-truss”,
que possuem um design que lembra torres de transmissão de energia elétrica.
Estas estruturas são feitas de seções tubulares de aço que são entrecruzadas,
tornando-as mais fortes, apesar de leves. O outro tipo de
pernas é o em forma de colunas (columnar legs), que são enormes colunas feitas
de aço. Enquanto as pernas colunares são mais baratas as pernas “open-truss” na
hora da fabricação, elas são menos estáveis e não podem se adaptar tão bem às
condições extremas encontradas em alto mar como as “open-truss”.
Jameson Magno Sousa Santos
Graduando em Engenharia de Minas e Petróleo - UFBA
Graduando em Engenharia de Minas e Petróleo - UFBA
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