O mercado de petróleo está em constante ascensão, desde
tempos remotos, porém, com a descoberta do pré-sal, um leque de possibilidades
foram abertas. “A Petrobras é a principais
empregadora e deve absorver grande número de profissionais nas atividades de
exploração e produção, com destaque para aqueles que atuam nas áreas ligadas à
perfuração e construção de poços nos campos do pré-sal”, diz Arthur
Martins Barbosa Braga, coordenador do curso de Engenharia de Petróleo da
PUC-Rio. Nos próximos anos o mercado deve concentrar 285 mil novos
profissionais na área de exploração, sem mencionar as demais áreas.
O Rio de Janeiro, onde fica a Bacia de Campos, com grandes
reservas petrolíferas, concentra a maior parte da indústria do setor no país e,
por isso, apresenta as melhores oportunidades de trabalho. Mas São Paulo
(Santos) e Espírito Santo (Vitória) devem ganhar
peso com a exploração de campos do
pré-sal, sem mencionar outros estados como Amazônia, Rio Grande do Norte,
Alagoas e Bahia que produzem um volume considerável de óleo.
Dentre as várias áreas de atuação possíveis para o engenheiro
de petróleo, destacam-se: prospecção
de reservatórios, extração de petróleo e gás, desenvolvimento de equipamentos,
transporte e distribuição de petróleo e gás, refino e comercialização.
O salário inicial de um engenheiro de petróleo, depende da sua
carga horária, inicialmente de R$ 4.068,00 por 6 horas diárias (fonte:
Crea-SP). Segundo dados da Catho, só no RJ, onde se encontra as
melhores oportunidades para quem trabalha na área, o engenheiro de petróleo é o
primeiro no ranking dos maiores salários dentre as engenharias, com a média de
remuneração de R$ 14.036,29.
Emirlayne Carmo
Graduanda
em Engenharia de Minas e Petróleo - UFBA
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