sexta-feira, 20 de março de 2015

MERCADO PARA O ENGENHEIRO DE PETRÓLEO


O mercado de petróleo está em constante ascensão, desde tempos remotos, porém, com a descoberta do pré-sal, um leque de possibilidades foram abertas. “A Petrobras é a principais empregadora e deve absorver grande número de profissionais nas atividades de exploração e produção, com destaque para aqueles que atuam nas áreas ligadas à perfuração e construção de poços nos campos do pré-sal”, diz Arthur Martins Barbosa Braga, coordenador do curso de Engenharia de Petróleo da PUC-Rio. Nos próximos anos o mercado deve concentrar 285 mil novos profissionais na área de exploração, sem mencionar as demais áreas.
O Rio de Janeiro, onde fica a Bacia de Campos, com grandes reservas petrolíferas, concentra a maior parte da indústria do setor no país e, por isso, apresenta as melhores oportunidades de trabalho. Mas São Paulo (Santos) e Espírito Santo (Vitória) devem ganhar peso com a exploração de campos do pré-sal, sem mencionar outros estados como Amazônia, Rio Grande do Norte, Alagoas e Bahia que produzem um volume considerável de óleo.
Dentre as várias áreas de atuação possíveis para o engenheiro de petróleo, destacam-se: prospecção de reservatórios, extração de petróleo e gás, desenvolvimento de equipamentos, transporte e distribuição de petróleo e gás, refino e comercialização.
O salário inicial de um engenheiro de petróleo, depende da sua carga horária, inicialmente de R$ 4.068,00 por 6 horas diárias (fonte: Crea-SP). Segundo dados da Catho, só no RJ, onde se encontra as melhores oportunidades para quem trabalha na área, o engenheiro de petróleo é o primeiro no ranking dos maiores salários dentre as engenharias, com a média de remuneração de R$ 14.036,29.


Emirlayne Carmo
Graduanda em Engenharia de Minas e Petróleo - UFBA

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