quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

PETRÓLEO E A GESTÃO EMPREENDEDORA



O empreendedorismo se caracteriza pela criatividade e habilidade em desenvolver ideias, além de aperfeiçoar projetos e, especialmente na indústria, torná-los mais lucrativos. Para isso, o empreendedor assume riscos financeiros. Ele constantemente busca novas soluções, novos caminhos, negócios e oportunidades, sempre pensando em aprimorar seus produtos.
Na indústria do petróleo não é muito diferente. Há sempre a possibilidade de encontrarmos novas maneiras de otimizar processos e a produção, e isso põe qualquer empresa a frente no mercado. Com a descoberta do pré-sal no Brasil, por exemplo, há uma grande movimentação no setor, e a constante melhoria nas técnicas de produção é um grande fator para elevar ainda mais o país como potência energética. A gestão empreendedora na indústria do petróleo é bastante aplicada, por exemplo, no aproveitamento dos materiais no refino, a fim de evitar perdas no processo e com isso fazer um bom gerenciamento de resíduos (o que é bom tanto no ponto de vista ambiental quanto no lucro da empresa em si).
Em abril deste ano, alguns engenheiros debateram sobre o tema no “Workshop Inova Petro” em São Paulo, juntamente a profissionais interessados em incrementar suas estratégias de negócio. Para sistemas de inspeção e instalações marinhas do petróleo, foi discutido o uso de câmeras para verificação do ambiente marinho onde haverá exploração, e também o uso de sistemas para detecção de vazamentos e danos nas tubulações. Estes sistemas podem retornar a checagem com imagens, a fim de tornar a solução de problemas mais rápida e eficaz.

O ramo do petróleo não cai na monotonia ou na mecanização do profissional, até porque cada poço tem suas propriedades, suas características e nenhum é igual ao outro. Cada dia é um novo desafio, e o mercado está em constante expansão. Saber lidar com isso e querer fazer a diferença na sociedade e no universo petrolífero demonstra uma verdadeira visão empreendedora, estimulando o progresso econômico, tecnológico e o compromisso social.

Helena Fróes
Graduanda em Engenharia de Minas e Petróleo - UFBA

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